Deputado Rubens Pereira Jr

As políticas de esporte merecem medalha

Rubens Pereira Jr é advogado, deputado federal e vice-líder do PCdoB na Câmara. 
Artigo publicado originalmente no Jornal Pequeno.
Os brasileiros entraram nesta semana com a autoestima
renovada. O brilho dos nossos atletas e o sucesso na organização das Olimpíadas
2016 foram de tirar o chapéu. Realizamos o maior evento da humanidade com organização
sem retoques e, mais ainda, colocando nosso brilho único de brasileiros no
mundo – tanto na cerimônia de abertura quanto na de encerramento. Dentro das
quadras, conquistamos a melhor posição brasileira no quadro de medalhas
olímpicas.
A organização dos Jogos Olímpicos mostra que, juntos,
na direção de um esforço comum, nós brasileiros somos capazes de realizar
missões aparentemente impossíveis. Já no que se refere aos recordes esportivos,
muito foi falado do poder de superação do brasileiro diante de condições
adversas. E essa qualidade é real.
Mas um elemento central e invisível nessas conquistas
foram as políticas públicas de apoio ao esporte.  Dezessete medalhas que o Brasil conquistou
este ano foram de atletas patrocinados pelo Bolsa-Atleta, gerenciada pelo
Ministério do Esporte. Em dez anos, completados em 2015, foram investidos mais
de R$ 600 milhões na Bolsa-Atleta, permitindo a cerca de 17 mil atletas se
dedicarem aos treinamentos em alto nível.
O Bolsa-Atleta, por exemplo, existe desde 2005 e foi
criado pelo presidente Lula. Esse programa já é um bem nacional, que precisa
ser valorizado e defendido por todos. 
Pela bolsa, o governo federal paga um salário mensal a atletas de alto
rendimento. Isso permite que os beneficiários fiquem mais tranquilos para
treinar e disputar os torneios. O resultado: medalhas, superação e satisfação
para nós e para eles.
A presidenta Dilma também contribuiu com esse esforço:
além de manter a bolsa, em 2011 permitiu que o beneficiário tenha outros
patrocínios ao mesmo tempo – de empresas privadas, por exemplo. E criou o
Bolsa-Pódio.
Durante os governos Lula e Dilma, o meu partido, PC do
B, teve participação muito importante na preparação dos jogos olímpicos e no
sucesso das políticas públicas relacionadas ao esporte.  O destaque das ações do Ministério do Esporte
tem o dedo de Orlando Silva e Aldo Rebelo, que ocuparam essa pasta entre 2006 e
2015. Esses colegas de partido conduziram bem, por exemplo, os Jogos
Pan-Americanos e os Jogos Parapan-Americanos, em 2007.
No governo federal, eles desenvolveram políticas que,
hoje, podemos sentir na pele. É o caso do Programa Segundo Tempo, destinado a
crianças em jovens, e presente em todas as regiões do Brasil. No Maranhão, o
Segundo Tempo já existia, por emendas do então deputado Flávio Dino e tiveram
incremento em seu governo.
E, no ano passado, o governador anunciou que os
atletas maranhenses que recebiam o Bolsa-Atleta do governo federal, passariam a
receber também o mesmo valor do governo estadual. Por meio dos Jogos Escolares
Maranhenses (JEMs), o governo também investe no Estado. O evento estimula o
surgimento de novos atletas, como Iziane, destaque da seleção brasileira de
basquete.

Com o processo de impeachment em curso, vários
políticas sociais de sucesso estão ameaçadas. Inclusive as de esporte, porque o
ministro interino de Temer já anunciou a suspensão dos programas após as
Olimpíadas. Como deputado e junto com o PC do B estarei atento a essas ameaças.
Afinal, esporte é vida: importante para o desenvolvimento físico e mental de
todos, assim como para evitar doenças. Sou parceiro do Bolsa-Atleta e das boas
políticas do Ministério do Esporte. Parabéns aos nossos atletas e aos
organizadores das Olimpíadas 2016 no Brasil!

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